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Reaberto há quatro meses, Centro de Treinamento do COB segue como “refúgio” para atletas brasileiros

Protocolos rígidos ajudam atletas a manter rotina de treinamentos ainda durante a pandemia. Atletas que voltaram da Missão Europa exaltam continuidade


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Reaberto há quatro meses, Centro de Treinamento do COB segue como “refúgio” para atletas brasileiros
Rafael Bello/COB

A pandemia de Covid-19 ainda não está sob controle no Brasil, mas  os atletas brasileiros já conseguiram se adaptar à nova realidade. Muito por conta do Centro de Treinamento Time Brasil (CTTB), no Parque Aquático Maria Lenk, administrado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) desde 2008. Reaberto desde o dia 20 de julho, o CT já recebeu 79 pessoas, entre atletas e treinadores. Nos primeiros meses, o foco foi para os classificados para Tóquio 2020 e gradativamente foi abrindo espaço para os que buscam  vaga e, na fase mais recente, atletas residentes no Rio de Janeiro sem espaço para treinar.

“Nós passamos por um momento muito difícil e, aos poucos, vamos retomando as coisas de acordo com o ‘novo normal’, como dizem. No período que estive em Portugal e em Pindamonhangaba, conseguimos retomar muita coisa e não podemos perder. Se parar de treinar, voltamos atrás. O Centro de Treinamento Time Brasil dar esse suporte pensando no ano que vem é muito importante, principalmente para mantermos o ritmo de treinamento”, analisou o judoca Victor Penalber, bronze no Mundial de 2015 e que ainda busca a vaga para Tóquio.

Quem voltou a frequentar o Maria Lenk desde o primeiro dia é o nadador Allan do Carmo, que treina ao lado de Ana Marcela Cunha, sob o comando de Fernando Possenti. A exceção foi a pausa para participação na Missão Europa, outra importante ação do COB para retomada da preparação para Tóquio 2020.

“O que mais nos atormentava durante o auge da pandemia era a dúvida do que a gente teria pra frente, de como ia ser, se a gente ia conseguir voltar a treinar normalmente. Hoje, com toda a estrutura do CT funcionando, com a participação na Missão Europa, posso dizer que a gente vive num momento de certeza”, contou o baiano de 31 anos.