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Jogos da Juventude

Com apoio da torcida local, Paraná é o grande campeão do vôlei nos Jogos da Juventude

Com dois sergipanos nas equipes feminina e masculina, parentes e amigos engrossam a torcida e empurram Paraná para as vitórias

Com apoio da torcida local, Paraná é o grande campeão do vôlei nos Jogos da Juventude
Luiza Moraes/COB

O Paraná foi o grande campeão do vôlei nos Jogos da Juventude Aracaju 2022, ao conquistar a medalha de ouro, neste domingo, 11 de setembro, tanto no feminino quanto no masculino. Além do talento dos atletas, as equipes contaram com o apoio da torcida local. Explica-se: nos times paranaenses jogaram Brenda e Levi, os dois com 17 anos, nascidos em Aracaju, e que foram jogar no Paraná após passarem por uma seleção em Sergipe. Assim, muitos amigos e parentes dos dois estiveram no ginásio do Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora e fizeram muito barulho torcendo pelo Paraná. No fim, vitórias sobre São Paulo (masculino) e Rio de Janeiro (feminino), e a conquista dos dois títulos.

“Indescritível o que eu senti aqui hoje. Ser campeão jogando no meu estado, com o apoio da minha mãe, da minha irmã, amigos....sei nem o que dizer direito”, afirmou um emocionado Levi, ao fim da partida, que joga hoje no clube Unilife Maringá, na cidade paranaense.

No primeiro jogo do dia, num confronto de muito equilíbrio, Paraná venceu São Paulo pelo placar de 3 sets a 1 (25/23, 25/18, 22/25 e 25/23).

“O time todo está de parabéns, pois montamos o time só esse ano, mas eles rapidamente entenderam como jogar, se entrosaram bem e conquistamos o título”, enalteceu o técnico da equipe masculina, José Augusto.

Em seguida, as meninas de Paraná e Rio de Janeiro entraram em quadra para a segunda partida do dia. E novamente deu Paraná, que venceu por 3 sets a 0 (25/23, 25/17 e 25/18), com os garotos do time masculino invadindo a quadra para um só canto entre todos: “É tudo nosso! É tudo nosso!”.

“Eu senti o calor deles o tempo todo, dos meus amigos, da minha família. Quando eles gritavam meu nome era como se eu estivesse no ar, voando. Que experiência incrível”, contou Brenda, também atleta do Unilife Maringá.


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