Guilherme Toldo e Nathalie Moellhausen realizam 1° treino no Makuhari Messe
A espadista e o esgrimista fizeram a preparação na sala de treinamento da arena onde acontecerão as competições da modalidade

Os representantes da esgrima brasileria Guilherme Toldo e Nathalie Moellhausen chegaram ao Japão no dia 17 e dois dias depois já realizaram o primeiro treino em solo Olímpico. Eles fizeram a preparação na sala de treinamento do Makuhari Messe, arena onde acontecerão as competições da modalidade. A espadista será a primeira a estrear nos Jogos, na noite de sexta-feira (23), no horário brasileiro. Dois dias depois, é a vez de o esgrimista gaúcho entrar em ação.
Jogar uma Olimpíada, segundo Guilherme Toldo, é resumir toda a preparação de quatro anos do atleta olímpico em um dia de competição – no seu caso, o dia 26 de julho (noite de 25 no horário brasileiro), quando acontece o torneio individual de florete masculino. É no momento do combate na pista que o esgrimista precisa “jogar todas as cartas” em busca de um bom resultado. Para ele, porém, sai na frente quem mais se empenha – por isso, o brasileiro quer depositar seu planejamento e a experiência dos Jogos de Londres e do Rio para chegar longe em Tóquio.
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Os últimos meses de Toldo foram de muito foco. Seus treinamentos se mantiveram firmes mesmo durante os períodos mais restritivos da pandemia, adaptando a dinâmica para não perder o ritmo. O atleta acredita que isso pode ser um diferencial e já colheu frutos na oportunidade que teve de se colocar à prova, ao conquistar um lugar entre os oito melhores do Grand Prix de Florete.
Sua confiança também está em dia e ele entende o peso que é disputar uma Olimpíada. Toldo vai para a sua terceira edição dos Jogos e sabe o quanto se deposita nos 15 toques da disputa eliminatória na competição.
“A vida do atleta olímpico é assim. Uma preparação durante quatro anos, você busca colher as melhores sensações, os melhores resultados possíveis para chegar no fim do ciclo olímpico classificado para os Jogos e em condições de alcançar um bom resultado. Entendo a situação como uma consequência do nosso trabalho, da vida de atleta olímpico”, afirma.
Fonte: CBE











