Ídolos dos Jogos Olímpicos Rio 2016 revivem na COB Expo as emoções de competir em casa

Uma década depois, medalhistas olímpicos relembram conquistas, desafios e o carinho do torcedor brasileiro

Por Comitê Olímpico do Brasil

3 de out, 2026 às 16:48 | 2 minutos de leitura

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Foto: Leo Barrilari/COB

A COB Expo 2026 resgatou memórias inesquecíveis de uma verdadeira seleção de craques que fizeram história competindo em casa, ao lado do torcedor brasileiro, nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Contadas pelos próprios ídolos: Ágatha (vôlei de praia), Bruninho (vôlei), Poliana Okimoto (águas abertas), Robson Conceição (boxe), Thiago Braz (atletismo) e Yane Marques (pentatlo moderno). 

Com direito a uma entrada triunfal do maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, carregando a tocha olímpica entre o público e indo até o palco, como se estivesse acendendo a pira olímpica no Estádio do Maracanã.

“Foi o grande reconhecimento da minha carreira, onde senti que tinha entrado no coração dos brasileiros. Só tenho gratidão ao esporte. Estar neste seleto grupo é para poucos”, relembra Vanderlei.

Para Bruninho, o ouro olímpico representa o ponto máximo de sua trajetória que começou muito antes dos Jogos, ainda mais depois da prata sofrida em Londres 2012.

“Estar no pódio foi o momento mais marcante pra mim, quando lembrei dos anos de trabalho, suor, resiliência... desabei de emoção e, até hoje, ao fechar os olhos, gostaria de passar por essa sensação novamente”.

 

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Foto: Leo Barrilari/COB



No caso do vôlei, o principal legado da conquista foi fomentar ainda mais a modalidade. Bruninho passou a defender o Sesi (SP) na temporada seguinte e sentiu o carinho da torcida por todo o Brasil, de Belém (PA) até Bento Gonçalves (RS). E, no vôlei de praia, Ágatha conseguiu traduzir como a medalha transforma sua vida profissionalmente mesmo no pós-carreira.

“Quando você é medalhista, você ganha o selo e carrega isso para a vida inteira. Portas se abrem, é grandioso você dizer que é medalhista olímpico”.

Se por um lado Ágatha apontou um benefício que a conquista da medalha traz para os atletas, Robson citou uma iniciativa na véspera do início dos Jogos que foi determinante para sua conquista:

“Quando entrei na Vila Olímpica, recebi diversas cartinhas e desenhos de crianças que diziam que torceriam por mim. Ali eu percebi que estava preparado e pronto para representar todas elas, que se inspiravam em mim”.

Uma década depois, as memórias dos protagonistas ajudam a dimensionar como os Jogos de 2016 continuam presentes não apenas na história olímpica brasileira, mas também na vida de quem viveu aquele momento e de uma geração que passou a se inspirar em seus ídolos.

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