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Luisa Stefani vence dupla campeã do US Open e está na final da WTA 500 de Abu Dhabi

Nesta quarta-feira, Stefani e Hayley Carter enfrentarão as japonesas Shuko Ayoama e Ena Shibahara, dupla que venceram no US Open

Por Comitê Olímpico do Brasil

12 de jan, 2021 às 11:19 | 6 min de leitura

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Luisa Stefani e a americana Hayley Carter derrotaram a dupla da russa Vera Zvonareva e a alemã Laura Siegmund, campeãs do US Open ano passado, por 7/5 1/6 10/8. A final será nesta quarta-feira, contra as japonesas Shuko Ayoama e Ena Shibahara. O jogo terá transmissão da ESPN App e Watch ESPN para o Brasil e será após a final de simples e deve começar por volta das 7h da amnhã, horário de Brasília. 

"Foi um jogo bem duro, parelho. Partida de xadrez, bem tática. Foi um jogo difícil, na quadra central que é mais lenta, bola quica um pouco mais. As meninas ganharam o US Open, jogam muito bem como duplas, são experientes. Muito feliz de chegar na primeira final nesse primeiro torneio do ano, mostra o trabalho que fizemos na pré-temporada. Pré-temporada bem diferente pra mim, bastante crédito para a equipe do Instituto Tênis no Brasil, o Rafa, o Paulão, o Urso, e claro a academia Saddlebrook que me apoiou, mandou treino mesmo de longe. Conjunto de coisas que ajudaram a ir bem nessa primeira semana. Mas ainda tem mais um jogo pela frente. Vamos buscar fechar com chave de ouro", descreveu Stefani que tem sua base na Saddlebrook Academy, na Flórida, mas fez a pré-temporada em São Paulo.

Será a sexta final de Stefani na carreira. Ela foi campeã nos WTAs de Taskent, no Uzbequistão, em 2019, em Lexington, nos Estados Unidos, em agosto passado, ambos com Carter. Foi vice em Seul, na Coreia do Sul, em 2019, em Estrasburgo, na França, também com Carter e vice e Ostrava, na República Tcheca, (com a canadene Gabriela Dabrowski) em 2020. 

Pelo resultado, Stefani, a número 1 do Brasil e 33ª do mundo nas duplas, deve entrar no top 30 com a 30ª colocação e, se isso acontecer, se tornará a primeira brasileira na história no grupo desde que o ranking feminino foi criado em 1975 (Niege Dias foi 31ª em simples em dezembro de 1988). É bom lembrar que Maria Esther Bueno foi considerada número 1 do mundo, mas na época não existia um ranking oficial.      

"Show alcançar o top 30 pela primeira vez. Sempre acredito que o ranking é uma consequência dos resultados e resultados vêm com o treino e trabalho duro. É mais um passo no caminho certo, mais um degrau onde quero chegar que são as Olimpíadas, então acho que o mais gratificante é ver a melhora, o trabalho dando frutos. E acreditar no jogo em si que o ranking virá como consequência. Bem legal começar o ano assim com uma final e o pé direito", seguiu Luisa. 

Fonte: assessoria de Luisa Stefani


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