Guilherme Costa vê 2022 como melhor ano da vida e explica evolução: 'Aprendi a nadar bem na hora certa'
Após bronze no Mundial de Budapeste, brasileiro se coloca em condições de conquistar o ouro na competição deste ano

O nadador Guilherme Costa viveu um ano especial em 2022. Ele ficou com a medalha de bronze nos 400m livre no Mundial de Esportes Aquáticos, em Budapeste, e se consolidou como um dos melhores do mundo na prova. Entre várias outras marcas e conquistas importantes, também foi porta-bandeira da delegação brasileira nos Jogos Sul-americanos Assunção 2022.
De acordo com Cachorrão, como é conhecido, esse ótimo resultado já era algo esperado por ele antes da temporada.
"Foi o melhor ano da minha vida, eu evoluí muito. Eu esperava por esses resultados. Em Tóquio eu fui bem, mas sabia que poderia ter ido melhor. Se eu encaixasse e focasse, seria um ano muito bom e importante para mim, como realmente foi. Agora é trabalhar para 2023 ser melhor ainda", disse ele.
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E, segundo Guilherme, um fator foi fundamental para os resultados importantes aparecerem: aprender a nadar o seu melhor nas principais competições.
"Eu aprendi muito nos Jogos Olímpicos, fiquei mais maduro. E aprendi a nadar bem na hora certa. Nos outros anos eu nadava bem fora do Mundial, mas chegava lá eu não ia tão bem. Esse ano conseguir nadar minha melhor competição no Mundial. Isso fez muita diferença", explicou.
O nadador se vê no melhor momento da carreira e acredita que ainda pode ter uma grande evolução até os Jogos Olímpicos Paris 2024.
"Já estava muito claro o que eu precisava mudar. O tempo que tenho neste ciclo é bem tranquilo para conseguir o que eu quero. Já definimos o que preciso melhorar, trabalho muito na academia também. Já dei um salto grande nisso. Em um ano meio, tem bom tempo para chegar lá nas melhores condições", declarou.
Mas, antes de Paris, Guilherme Costa ainda tem muitos desafios, principalmente em 2023. E os planos do nadador são bem ambiciosos.
"Meu objetivo é ser campeão mundial. Quero uma medalha no revezamento, que é muito forte, temos muito para chegar muito bem em Paris. E pretendo ganhar o maior número de medalhas possível no Pan de Santiago. Vou nadar várias provas e quero chegar lá muito bem".
"Acho possível (o ouro no Mundial). Fiquei muito perto da prata e do ouro no último. Em Tóquio foi assim também. Com meu tempo no Mundial eu seria campeão olímpico. É uma prova que cresceu muito, está muito forte", completou.












