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Jogos Escolares

Equipe médica dos Jogos Escolares da Juventude registrou 290 atendimentos em Natal

Três ambulâncias UTI estiveram à disposição da remoção de atletas para as unidades hospitalares

Por Comitê Olímpico do Brasil

24 de set, 2019 às 15:38 | 4 min de leitura

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Se para realizar os Jogos Escolares da Juventude nestes quatro dias de competições foi preciso uma equipe multidisciplinar capaz de pensar o evento nos mínimos detalhes, para garantir a saúde e bem-estar dos atletas não podia ser diferente. Em Natal, quem garantiu a excelência no atendimento foi a alagoana Isabela Vergetti Neves, médica clínica e responsável pela Regional Azul, que registrou 290 atendimentos, sendo 270 a atletas e 20 a colaboradores.

A rotina da Dra. Isabela começou na semana anterior aos jogos, com a visitação dos locais de competição, hospitais da cidade e representantes de saúde do estado, captação de voluntários para auxiliar na área médica e um pequeno treinamento para eles soubessem conduzir os casos mais simples em quadra. Nas vésperas dos jogos começaram a organização das planilhas de suprimentos médicos e o fechamento da escala de profissionais voluntários.

Quando o dia amanhecia, a médica iniciava a ronda na companhia da fisioterapeuta Cecília Rocha pelos ginásios e quadras esportivas dos colégios que sediaram os jogos. A equipe médica contou com três ambulâncias UTIs divididas em regiões bases para o pronto-atendimento. Entre os casos mais comuns estavam entorses, gastroenterites, viroses, lombalgias, enxaquecas, dentre outras.

“Tivemos neste período sete remoções para hospitais da cidade. Casos que, mesmo avaliados por nossos profissionais da saúde, precisaram de intervenções mais complexas em ambiente hospitalar, como exames, períodos de observação e procedimentos específicos. Por isso, o serviço móvel de atendimento possibilita, em casos emergenciais e de dificuldade de locomoção, um atendimento mais rápido, efetivo e adequado às situações de saúde pós- trauma”, diz a médica.

De acordo com Isabela, a montagem de uma estratégia de assistência saúde do atleta é fundamental. “Hospitais da cidade precisaram estar cientes e preparados para receber um público maior de pessoas, assim como também foi preciso mapear a localização dos pronto- atendimentos e saber qual serviço cada um abrangia. Assim, direcionamos nossos atletas e colaboradores para os lugares corretos, ganhando tempo no atendimento e qualidade no serviço médico”.

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