Brasil disputa Copa UANA de Pólo Aquático, seletiva para o Mundial da Coreia, em São Paulo
Competição será realizada no Sesi Vila Leopoldina a partir da próxima terça-feira (22)

A piscina do Sesi Vila Leopoldina, na Zona Oeste de São Paulo, recebe, a partir da próxima terça-feira (22), a Copa UANA de Pólo Aquático. A competição, que é uma das mais importantes das Américas, será seletiva para o Campeonato Mundial de Esportes Aquático, em Gwangju, na Coréia do Sul.
O torneio em São Paulo contará com quatro equipes no masculino: Estados Unidos, Canadá, Brasil e Argentina, e três no feminino: Canadá, Cuba e Brasil. Os dois primeiros colocados de cada chave garantem uma vaga no Campeonato Mundial.
No masculino, todas as equipes se enfrentam na primeira fase. Na seguinte, o primeiro colocado joga contra o quarto, e o segundo contra o terceiro. Os vencedores na final. No feminino, as três equipes também se enfrentam na primeira fase. A equipe primeira colocada vai direto à final, enquanto segundo e terceiro lugares fazem um jogo de semifinal.
De acordo com o coordenador de seleções da CBDA e seis vezes treinador olímpico, Ricardo Azevedo, o fato do Brasil sediar a Copa UANA faz parte da retomada de liderança do Pólo Aquático nacional perante às Américas.
“Não é muito comum do Brasil receber um campeonato que é classificatório para um Mundial. É um torneio que é muito importante para os países. É importante que o Brasil comece a tomar a liderança nas Américas, principalmente na América Central e do Sul. É uma chance que temos de mostrar nosso trabalho para, em breve, sediarmos competições ainda maiores”, falou.
O Brasil chega à Copa UANA para mais uma etapa da renovação da equipe após os Jogos Olímpicos de 2016. Depois de vencer o Campeonato Sul-Americano, no Peru, e garantir uma vaga no Pan-Americano de 2019, as duas seleções buscam uma vaga no Campeonato Mundial deste ano.
“A preparação está indo muito bem. As equipes treinaram em dezembro. Formamos uma mini-seleção, que reduzimos para 16. Eles estão treinando de seis a sete horas por dia e vejo um bom trabalho dos treinadores. É um período de renovação para a gente e vamos enfrentar equipes como os Estados Unidos que possuem jogadores olímpicos e o Canadá que já vem também com uma renovação desde 2017, mas será interessante. Temos chances e vamos em busca dessas vagas”, finalizou.












