Após Mundial na Coreia, nado artístico quer transformar cansaço em energia para reconquistar medalha no Pan
Modalidade foi bronze em Guadalajara 2011

A Seleção Brasileira de nado artístico inicia a disputa dos Jogos Pan-americanos de Lima nesta segunda-feira com um objetivo claro: reconquistar uma medalha. Depois do Mundial de Esportes Aquáticos na Coreia, o grupo fez uma rápida escala no Brasil antes de embarcar para o Peru. Com uma mescla de atletas experientes com novatas, o país repetir ou superar o desempenho de Guadalajara 2011, quando subiu ao pódio por equipes e no dueto.
“Nosso principal objetivo no Pan é reconquistarmos a medalha de bronze e conseguir transmitir na piscina todo o treinamento que a gente vem feito durante os últimos meses”, afirmou Luisa Borges, em referência à ausência do pódio em Toronto 2015.
Para chegar a esta colocação, o Brasil conta com nove atletas em Lima, que competirão no dueto e por equipes. “A nossa equipe é formada por nove meninas e quatro estão competindo pela primeira vez nos Jogos Pan-americanos. Com certeza elas já têm experiências anteriores em seleções de categorias de base. É muito bom tê-las na nossa equipe, transmitindo energia positiva e a vontade com que elas estão chegando”, analisou Luisa, que integrou o grupo em Toronto e nos Jogos Olímpicos Rio 2016.
Nem a longa viagem da Coreia desanima o grupo, que treina regularmente no Centro de Treinamento Time Brasil, no Parque Aquático Maria Lenk, administrado pelo COB no Rio de Janeiro. “Chegamos agora do Mundial. Realmente foi uma competição atrás da outra, mas estamos preparadas para isso. Treinamos sabendo que isso ia acontecer e estamos prontas e muita animadas para os Jogos Pan-americanos. A gente está preparada pra isso. É a hora que a gente trabalha o nosso psicológico para transformar isso e não deixar a energia cair para competirmos bem”, destacou Luisa, de 22 anos.












