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Boxe brasileiro brilha e garante 10 medalhas no Panamá 2026

Modalidade já tem representantes em 5 finais dos Jogos Sul-americanos da Juventude

Por Comitê Olímpico do Brasil

17 de abr, 2026 às 08:00 | 4 min de leitura

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Maira Santos é uma das representantes brasileiras nas finais do boxe. Foto: Juliana Ávila/COB

O boxe brasileiro já garantiu pelo menos 10 medalhas nestes Jogos Sul-americanos da Juventude Panamá 2026. Nesta quinta-feira, 16, os pugilistas brasileiros tiveram um saldo positivo ao avançaram para quatro finais. Além disso, mais cinco atletas estão nas semifinais da modalidade - o que assegura pelo menos a medalha de bronze -  e uma atleta brasileira já está na final de sua categoria, Carolina de Vargas (70kg).

 

Sabrina Lima (54 kg), Maira Santos (60 kg), Gustavo Domingues (55 kg) e Daniel Barnabé (65 kg) venceram seus combates desta quinta e vão disputar o ouro em suas respectivas categorias. Já Elissandra Santos (51 kg), Sara dos Santos (57 kg), Maicon dos Santos (60 kg), Matheus do Nascimento (70 kg) e Jean Carlos do Nascimento (90 kg) disputam nesta sexta-feira, 17, a vaga na decisão. Destaques para Maira, de 16 anos, atleta de Salvador (BA), e Gustavo, 17 anos, de Mogi das Cruzes (SP), que em seus primeiros anos de seleção brasileira de base alcançaram finais em uma importante competição internacional. 

 

“Estou muito orgulhosa e aproveitando muito essa experiência. O boxe vai trazer muitas medalhas para o Brasil. Estamos nos dedicando ao máximo para garantir o primeiro lugar geral da modalidade”, afirmou Maira.

 

“Tenho muita gratidão e felicidade em representar o meu país da melhor forma. Avançamos para as finais, agora é ir em busca do ouro”, enfatizou Gustavo.

 

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Gustavo Domingues avançou à final da categoria até 55 kg. Foto: Juliana Ávila/COB

 

 

Os atletas fazem parte de uma estrutura sólida do boxe brasileiro, que investe no alto rendimento desde as categorias de base. O head coach da seleção juvenil, Raphael Piva, destacou as características que acabaram elevando o nível do boxe nacional em todas as categorias e o colocou como referência continental. 

 

“Hoje podemos afirmar que o boxe brasileiro é a maior potência nas Américas, tanto no masculino quanto no feminino. É um trabalho feito em muitos níveis pela Confederação, Comitê Olímpico e que começa, muitas vezes, em projetos sociais. A grande maioria dos atletas que está aqui no Panamá vem de projetos. É a soma desses fatores que fazem a gente vir para os Jogos Sul-americanos da Juventude e colocar o Brasil no topo”, pontuou Raphael.

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