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Canal Olímpico do Brasil cresce 25% em três meses e atinge a marca de 250 mil inscritos

Com transmissão de eventos nacionais e internacionais, projeto tem alcançado cada vez mais pessoas

Canal Olímpico do Brasil cresce 25% em três meses e atinge a marca de 250 mil inscritos
Luiza Moraes/COB

O Canal Olímpico do Brasil atingiu mais uma marca expressiva. Com 25% de crescimento nos últimos três meses, o veículo de comunicação do Comitê Olímpico do Brasil acaba de atingir a marca de 250 mil inscritos. Para se ter uma ideia do tamanho do alcance, ao todo, em quase dois anos de operação, já são mais de 1.7 milhão de visualizações e 28 milhões de minutos assistidos, com a transmissão de 93 competições, englobando 44 modalidades diferentes.

“O crescimento do Canal comprova que havia uma lacuna a ser preenchida no que se refere à cobertura dos esportes olímpicos. Com muito esforço de todas as partes envolvidas, o projeto está se aperfeiçoando a cada mês e aumentando a sua base de fãs. Já conquistamos importantes direitos de transmissão e, em breve, esperamos anunciar mais novidades”, declara Paulo Wanderley, presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Em 2022, a instituição realizou acordos para a exibição da Diamond League, um dos principais circuitos de atletismo do mundo; dos mundiais de ginástica (artística, rítmica e de trampolim); do mundial de boxe feminino; do mundial de hipismo; e das competições organizadas pela International Judo Federation (IJF), que inclui os mundiais sênior, júnior e cadete, bem como os Grand Slams, Grand Prix e Masters. 

Atrações sediadas em território brasileiro também estiveram presentes, como o Troféu Brasil de Atletismo; o Troféu Brasil de Natação e o Campeonato Brasileiro de Ginástica.

“Entendemos que essa junção do melhor do esporte nacional com uma proposta internacional bem solidificada, muito graças à aliança com parceiros importantes, é essencial para a nossa estratégia. Transmitimos o que há de melhor nas federações internacionais, como atletismo, judô e ginástica, que são alguns dos carros-chefe no programa olímpico. Também não abrimos mão dos torneios de destaque no cenário nacional. Com essa abordagem, temos conseguido manter um bom nível de crescimento mesmo em um ano não olímpico, o que é um grande desafio”, celebra Paulo Conde, diretor de comunicação do COB.