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Símbolos Olímpicos

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Os aros – Nas cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho, interligados sobre um fundo branco, os aros olímpicos foram idealizados em 1914, pelo Barão Pierre de Coubertin. Os aros representam a união dos cinco continentes e pelo menos uma de suas cinco cores, está presente na bandeira de cada um dos Comitês Olímpicos Nacionais vinculados ao COI. É a principal representação gráfica dos Jogos Olímpicos e a marca do próprio Comitê Olímpico Internacional. O símbolo do Comitê Olímpico Brasileiro une os aros olímpicos a uma representação da Bandeira Nacional do Brasil.

A tocha – Nos Jogos Olímpicos da Era Moderna, a Tocha Olímpica é transportada por atletas e cidadãos comuns até o local da cerimônia de abertura. A chama anuncia a próxima celebração dos Jogos Olímpicos e carrega uma mensagem de paz e amizade. Na cerimônia de abertura, a chama acende a Pira Olímpica, que permanece acesa durante toda a competição e é apagada ao final da cerimônia de encerramento. Desde que foi criada, para os Jogos Olímpicos de 1936 (Berlim), seu ritual se transformou em um dos momentos mais emblemáticos dos Jogos Olímpicos.

A Tocha Olímpica ganha novos desenhos e formas a cada edição dos Jogos Olímpicos, já que a cidade-sede da competição pode criar sua própria tocha.

O hino – Hino é um canto ou poema de alegria ou entusiasmo, criado para celebrar alguém ou algo. O Hino Olímpico foi composto em 1896 pelo compositor grego Spirou Samara, com letra do músico grego Cositis Palamas, e adotado pelo COI em 1958. O Hino Olímpico é executado em todas as cerimônias olímpicas oficiais, enquanto a bandeira olímpica é hasteada.

As mascotes - A primeira mascote olímpica oficial foi o cãozinho Waldi, nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972. Desde então, as mascotes se popularizaram como símbolo da alegria e da festa que são os Jogos Olímpicos. Elas são embaixadoras da alegria e mensageiras da amizade, representando elementos simbólicos do país ou da cidade-sede dos Jogos.

O lema – Citius, Altius, Fortius (que em latim significa “o mais rápido, o mais alto, o mais forte”). Esta citação, que foi criada pelo Padre Didon, amigo do Barão Pierre de Coubertin, serve como lema do ideal olímpico e resume a postura que um atleta precisa ter para alcançar seu objetivo. Os atletas precisam se esforçar de modo a atingir e superar suas metas. A idéia é: mais importante que terminar em primeiro lugar é explorar o próprio potencial, dar o melhor de si e considerar isso uma vitória.