Eleições marcam período de mudanças

Heitor Vilela/COB
23/03/2018 16:01

As eleições desta sexta-feira marcam o fim de um período de mudanças significativas no Comitê Olímpico do Brasil. Assim que assumiu a presidência do COB, no dia 11 de outubro passado, com a entidade suspensa pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), Paulo Wanderley liderou e implementou uma série de medidas para garantir avanços no aperfeiçoamento dos controles internos e de Governança do COB.

A primeira delas foi a revisão e modernização do estatuto, realizadas a partir do diálogo e do trabalho do COB com as Confederações Brasileiras Olímpicas, Ministério do Esporte e entidades organizadas dos atletas. O novo documento passou a permitir a participação de 12 atletas nas eleições da entidade. Antes, apenas o presidente da Comissão de Atletas do COB tinha esse direito.

A criação do Conselho de Administração e do Conselho de Ética descentraliza as decisões da entidade, garantindo a qualidade e elegibilidade dos candidatos às funções eletivas do COB. Os critérios para eleger o presidente e vice-presidente também se tornaram mais acessíveis e abrangentes.
Outro ponto importante, a assinatura do termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério do Esporte, ratificou o compromisso do COB com a transparência. A mudança da sede para o Parque Aquático Maria Lenk, prevista para o segundo semestre de 2018, e a reestruturação financeira e administrativa do COB, com maior controle de gastos, são exemplos de ações da nova gestão da entidade.

As medidas levaram o Comitê Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) a encerrar totalmente, em fevereiro de 2018, a suspensão que havia sido imposta ao COB no dia 6 de outubro de 2017. Em comunicado oficial, emitido à época do fim da suspensão, o COI elogiou as medidas adotadas pelo COB em prol de uma nova governança da entidade. 

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